Juliette diz ter vergonha da quantidade de pessoas que ficou após BBB21

A advogada também contou que fica revendo o discurso feito por Tiago Leifert na final do BBB 21 quase todo os dias

A ex-BBB, de 32 anos, foi convidada para o podcast “Quem Pode Pod”, apresentado por Giovanna Ewbank e Fernanda Paes Leme. No decorrer do bate papo, juliette comentou de que maneira a fama afeta sua vida amorosa. Ela citou que gostava de tomar a iniciativa na paquera, mas que depois do reality show ficou mais retraída e só ficou com poucas pessoas.

“Não quero fazer da minha vida amorosa um entretenimento. Senão vou ficar pensando ‘é sobre mim ou o que eu proporciono’. Mas também nunca vivi o outro lado, pode ser que ajude… eu acho que eles têm um pouco de medo. Sempre fui um de paquerar, de chegar. Depois que saí do programa, ficou com quatro ou cinco, em um ano e meio. Estou fraquíssima. Tenho vergonha disso. Foram alguns famosos e outros anônimos”.

Comentario de Juliette sobre BBB21

Entretanto ela comentou que revê quase todos os dias o discurso de Tiago Leifert na final do BBB, que consagrou ela a campeã daquela edição. Na ocasião, o apresentador mencionou a rejeição enfrentada pela advogada durante o confinamento, por parte de outros participantes, e a popularidade conquistada por ela fora da casa.

“Eu revejo quase todos os dias. Todas as vezes eu vejo emocionada. Cada palavra faz muito sentido. Foi o momento mais marcante da minha vida. É muito emocionante. Toda hora eu vejo! A cada palavra eu falava ‘não estou ficando louca’, e comecei a me espantar com o quanto estava certa. Fico até arrepiada! Quando ele fala ‘você sempre esteve em primeiro lugar’, falo ‘e agora? O que vou fazer da minha vida?’”, declarou.

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Juliette comentou também que estava estudando para prestar concurso público antes de entrar no programa e que seria uma pessoa realizada mesmo com a vida tomando outro rumo. “Eu seria funcionária pública, defensora ou delegada. Estaria no lugar em que sempre sonhei, com os pés no chão e tentando fazer justiça porque, no fundo, eu advogo até hoje pelo que eu acredito, luto pelo que quero. Não estaria vivendo um conto de fadas, mas estaria feliz. A conta bancária estaria razoável, mas estaria podendo sair para tomar uma cachacinha”, brincou.

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